Ian Curtis morreu a 18 de Maio de 1980 e, como fã dos Joy Division, decidi rever "Control" baseado na biografia escrita pela viúva de Ian "Touching from a Distance".
Estar sob controlo...controlo da nossa vida, de todos os seus aspectos- o cônjuge, o filho (a), os amigos, o sucesso pessoal- mas e quando tudo se perde? E quando a vida perde o seu controlo? E quando a mulher se torna "na outra", quando os amigos se tornam na família e quando o êxito de que tanto esperávamos e desejávamos nos tormenta deixando-nos entre a espada e a parede?
Ian Curtis foi uma vítima de exactamente isto. A sua mulher Deborah, pobre criatura levada pelo amor sofreu ao lado de um homem com uma alma algo marcada pela morte, pelo sofrimento. E mais ninguém de mais alguma forma podia ter honrado um músico pioneiro como o realizador holandês Anton Corbijn, que em Cannes em Maio de 2007 chorou Curtis com um filme em preto e branco, objecto de tal beleza e emoção que leva até aqueles que nenhum conhecimento tinham dos Joy Division ou até de Ian Curtis a se informarem e wse apaixonarem pelos seus grandes albúms.
Ian Curtis foi uma vítima de exactamente isto. A sua mulher Deborah, pobre criatura levada pelo amor sofreu ao lado de um homem com uma alma algo marcada pela morte, pelo sofrimento. E mais ninguém de mais alguma forma podia ter honrado um músico pioneiro como o realizador holandês Anton Corbijn, que em Cannes em Maio de 2007 chorou Curtis com um filme em preto e branco, objecto de tal beleza e emoção que leva até aqueles que nenhum conhecimento tinham dos Joy Division ou até de Ian Curtis a se informarem e wse apaixonarem pelos seus grandes albúms.
A destacar está Sam Riley, um dos actores mais promessores dos últimos tempos que conseguiu uma grande proeza. Representou Curtis como Curtis merece! A sua hipnótica, suicida, desesperada e aluada personalidade é, durante os 121 minutos da longa-metragem, uma alegria de ver e analisar.
Corbijn é directo e apaixonado tendo, com uma fotografia fantástica, transmitido de forma muito clara a vida de um homem atormentado pela doença, pelos sentimentos confusos, que enfraqueceu e não conseguiu ser forte o suficiente para lidar com o lado desafiador da vida, com o qual se tem de combater. É uma obra exacta, não creio que mais nenhum filme poderia ter elaborado os sentimentos depressivos de Ian ou até a sua alma claustrofóbica dias antes do seu suicídio...
Acredito que Control é um dos filmes biográficos mais belos, sofridos e mais bem conseguidos do cinema britânico dos últimos anos.
PARA: Todos aqueles que queiram testemunhar o nascimento de um actor, honrar uma banda pioneira do pós-punk e assistir ao verdadeiro cinema britânico.


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